
Na foto a ministra da Secretaria da Igualdade, que pediu demissão do cargo.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou nessa quinta que o governo decidiu proibir, com algumas exceções, o uso do cartão corporativo para saques - o que era permitido até o momento.
A medida foi tomada depois de funcionários e ministros efetuarem gastos contínuos e excessivos; A ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, foi a que mais utilizou este cartão o cartão, gastando só no ano passado 170 mil reais. Todo este dinheiro teria sido ultilizado apenas para aluguel de carros.
Quem também aproveitou o cartão corporativo foi o ministro da aqüicultura e pesca, Altemir Gregolin: Gastos chegam a mais de R$ 22 mil. Gragolin no entanto afirma em entrevista concedida em Brasília nessa quarta-feira (30) que todos os seus gastos foram realizados dentro do permitido pela legislação.
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