
Na edição desta quinta-feira da revista de ciência New Scientist, saiu uma máteria inusitada até mesmo para cientistas; Uma nova doença foi descoberta, a doença da Super memória (hyperthymestic) .
Há 7 anos atrás se sentindo exáusta, AJ, mulher habitante da Califórnia, procurou os acadêmicos da universidade estadual. Segundo ela, as lembranças eram um fardo que ela tinha de carregar.
AJ é uma mulher de 42 anos e diz se lembrar de todos os dias de sua vida des de os 18. São 24 anos de lembranças que qualquer pessoa normal não saberia nem por onde começar a recordar. Festas, reuniões, roupas que estava usando; " Parece com um filme que nunca acaba" Disse a própria AJ.
Cientistas da Universidade de Harvard afirmam que o esquecimento é necessário para o bom funcionamento do cérebro e que sem ele seria tudo uma grande confusão, dizem também que a "super memória" de AJ pode estar ligada com uma falha nas atividades cerebrais que permitem esquecer atividades supérfluas.
A mulher possui também uma certa "qualidade obcessiva" para com as datas e o calendário, mantém um diário há 32 anos e guarda os guias de televisão de vários anos dizendo que "sempre precisou de organização". Cientistas dizem que este comportamento agrava a síndrome
de hyperthymestic
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